Feitos os slides, hora de se preparar para a apresentação.
Bem, nunca tive muitos problemas nos trabalhos e seminários da faculdade. Exceto um: falar rápido demais. Normalmente, já sou uma metralhadora. E nervosa, a situação é ainda pior.
A solução para contornar esta dificuldade é aquela velha conhecida dos atores e palestrantes: ensaiar, ensaiar e ensaiar. Sempre fui fã de atuar (adorava fazer peças na escola), e sei o quanto é importante repassar o texto incontáveis vezes. A gente até acha que está bom quando começa, mas depois de alguns dias (ou semanas, meses) percebe o quanto evoluiu.
Então, aproveitei como plateia alguns amigos que não são exatamente da área, justamente para verificar se eu estava sendo clara o suficiente. E acho que este deve ser o primeiro cuidado: ainda que a plateia costume ser exígua, é uma boa prática planejar a apresentação pensando naqueles que estão assistindo, e que podem saber pouco (ou nada) sobre o tema do seu trabalho.
Também é bom imaginar o que pode ser questionado pela banca. Quais são as lacunas óbvias do seu trabalho? A amostra é pequena? Está restrita a uma localidade? Não houve avaliação ao longo do tempo? Os resultados não são conclusivos?
Usei um pouco da técnica de hábitos para tentar me condicionar a ficar calma: antes de começar a apresentar, ouvia a música Midnight, do Coldplay. Esta é uma canção bem tranquila, com um vocal meio etéreo, me lembram os ecos de vozes em catedrais. Ouvia o começo, começava a respirar no ritmo dela, e então estava pronta para falar.
Como eu ia apresentar sozinha, providenciei um controle para slides. Quando existe uma dupla, dá para confiar no colega, mas este não era meu caso.
Para o dia da apresentação, a ajuda veio das técnicas de gerenciamento de projetos, mais especificamente, do gerenciamento de riscos: eu tinha os slides salvos no notebook (com bateria cheia + carregador), hd externo, mp4, celular e (claro!) em dois emails, de provedores diferentes. Ainda tinha a versão dos slides impressa, caso precisasse apresentar "à moda antiga". Como eu ia apresentar à tarde, e teria que almoçar no local do evento, levei uma blusa extra, afinal, uma porção de macarrão bem que poderia se apaixonar pela minha camisa branca...
Fico feliz em dizer que nenhum dos riscos se concretizou, e que a apresentação foi bastante tranquila. Eu estava escalada para ser a última, começando às 16h40min, mas acho que houve algumas ausências: acabei iniciando antes das 16h. E esta é uma dica: chegue cedo na sala de apresentação. Nunca se sabe quando pode acontecer uma antecipação. Para mim também foi importante estar na sala desde o começo da tarde porque pude controlar o nervosismo: logo que entrei, o coração acelerou. Quando chegou minha vez, já estava quase no nirvana...rss...
Senti falta de um pouco mais de feedback. Fui preparada para responder algumas perguntas, mas não houve nenhuma. De resto, ficou a sensação de dever cumprido.
Que venham as próximas!
Em tempo, lição aprendida: ler o artigo na véspera e no dia da apresentação, e levá-lo impresso. Já fazia algum tempo que eu havia terminado este artigo, então tinha esquecido alguns detalhes. Acabei passando um pouco de sufoco revisando tudo pelo celular.
Relatos e vivências de ex-doutoranda em Administração. Mas doutoranda não já é mestra? Ora, num idioma em que Yoda, Buda e Jesus são mestres...talvez não.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Como fazer slides para apresentação de artigo
Antes de pensar em como iria apresentar o artigo, eu me preocupei com os slides. Afinal, os tópicos é que iriam guiar as minhas falas.
Neste ponto, duas mentoras foram indispensáveis: a Fabiana (co-autora e orientadora), que me enviou o script completo para elaboração da apresentação, e uma professora do técnico de informática, Áurea Luiza. Se Fabiana foi indispensável em relação ao conteúdo, tudo o que sei sobre slides e afins vem de Áurea, uma professora de design que, por um feliz acaso, nos ensinou Powerpoint e afins.
Dicas: use fontes legíveis, grandes (mas não enormes), alto contraste entre cor de fundo e fonte (eu usei fundo branco com texto em preto, bem básico - mas caprichei nas fontes e imagens), e POUCO TEXTO!
Slides têm que ter tópicos, palavras-chave, imagens, gráficos - e não uma cópia inteira dos parágrafos do artigo. Até porque a recomendação número 1 para apresentação é NÃO ler o slide. Se houver grandes textos, a tentação de ler tudo é irresistível.
Quanto à estrutura, usei o esquema abaixo, sob recomendação da Fabiana:
Simples, direto e básico.
Para mim, funcionou =)
Neste ponto, duas mentoras foram indispensáveis: a Fabiana (co-autora e orientadora), que me enviou o script completo para elaboração da apresentação, e uma professora do técnico de informática, Áurea Luiza. Se Fabiana foi indispensável em relação ao conteúdo, tudo o que sei sobre slides e afins vem de Áurea, uma professora de design que, por um feliz acaso, nos ensinou Powerpoint e afins.
Dicas: use fontes legíveis, grandes (mas não enormes), alto contraste entre cor de fundo e fonte (eu usei fundo branco com texto em preto, bem básico - mas caprichei nas fontes e imagens), e POUCO TEXTO!
Slides têm que ter tópicos, palavras-chave, imagens, gráficos - e não uma cópia inteira dos parágrafos do artigo. Até porque a recomendação número 1 para apresentação é NÃO ler o slide. Se houver grandes textos, a tentação de ler tudo é irresistível.
Quanto à estrutura, usei o esquema abaixo, sob recomendação da Fabiana:
- SLIDE 1 - Título do artigo e nome dos autores
- SLIDE 2 - Contextualização do tema
- SLIDE 3 - Pergunta ou problema da pesquisa
- SLIDE 4 - Objetivos
- SLIDE 5 - Principais autores utilizados na fundamentação
- SLIDE 6 - Metodologia (aqui dá para usar um fluxograma, com animação, para deixar mais interessante)
- SLIDE 7 (...) - Principais resultados (pode ter mais de um. Também usei um pouco de animação para destacar alguns pontos relevantes)
- SLIDE 8 - Conclusão
- SLIDE 9 - Principais referências
- SLIDE 10 - Repete a capa, porém, abaixo do nome eu coloquei o e-mail para contato
Simples, direto e básico.
Para mim, funcionou =)
segunda-feira, 26 de maio de 2014
A primeira publicação a gente também não esquece
Pouco mais de 20 dias.
E um desafio: escrever o meu primeiro artigo científico "de verdade".
Escolhi um assunto familiar: gestão de projetos. E dentro dele, um tópico que eu sempre achei subestimado: o gerenciamento de portfólio. Enquanto a gestão de projetos se preocupa em fazer o projeto da maneira correta, o gerenciamento de portfólio busca identificar o projeto certo: aquele que vai te levar (ou a organização) ao objetivo desejado. Acho até que a preocupação com a gestão do portfólio deveria ser anterior às considerações sobre projetos...
Tema definido, decidi fazer uma análise bibliométrica da produção acadêmica existente sobre o assunto, mesclada à análise de conteúdo. A inspiração veio de artigos da mesma linha. Assim o fiz.
Quem diz que escrever é reescrever está coberto de razão. Meus dedos não são suficientes para contar as versões de parágrafos e seções. E padawan (iniciante) que sou, tudo foi dificuldade: como mencionar as referências no corpo do texto, que nome colocar nos títulos das seções, etc.
Mas saiu. Com a ajuda da Fabiana, que corrigiu todas as versões e é co-autora do artigo, com toda a justiça. E da Regina, cujo "bom dia" para mim era: "e aí, e o artigo?". Da Mari, amiga para todas as horas. De Dona Luiza e Seu Francisco, que gostaram da minha presença lá na casa deles durante toda a Semana Santa, mesmo eu tendo ficado mais tempo no notebook do que conversando. De André e Gustavo, que deram apoio logístico com transporte de livros, roupas e frutas. Da Bibi e do Jhonny, que salvaram uma noite de produção, quando Lady Murphy resolveu cortar a energia do prédio inteiro por mais de 24 horas. Da Israela, Mônica e Rosana, que entenderam as ausências e sempre dão força. E do Will, que me ouviu falar por longos minutos sobre as dúvidas, incertezas e frustrações que envolvem toda e qualquer produção acadêmica.
O artigo foi aceito. Vou apresentar no dia 07/06. Um pequeno passo para quem é, sei lá, doutor. Mas pra mim, aspirante a mestra, é um passo enorme.
Impossível não soltar um grito (moderado, claro...rss) ao ver meu nome na lista de submissões aceitas. Impossível não ficar feliz com o resultado. A gente se planeja, se prepara, batalha...mas isto não tira o gostinho de conseguir: ao contrário - é um indicativo de que todo o nosso trabalho deu certo.
Agora é ensaiar para falar. E tentar falar mais devagar.
E, claro: pesquisar mais!!! =)
E um desafio: escrever o meu primeiro artigo científico "de verdade".
Escolhi um assunto familiar: gestão de projetos. E dentro dele, um tópico que eu sempre achei subestimado: o gerenciamento de portfólio. Enquanto a gestão de projetos se preocupa em fazer o projeto da maneira correta, o gerenciamento de portfólio busca identificar o projeto certo: aquele que vai te levar (ou a organização) ao objetivo desejado. Acho até que a preocupação com a gestão do portfólio deveria ser anterior às considerações sobre projetos...
Tema definido, decidi fazer uma análise bibliométrica da produção acadêmica existente sobre o assunto, mesclada à análise de conteúdo. A inspiração veio de artigos da mesma linha. Assim o fiz.
Quem diz que escrever é reescrever está coberto de razão. Meus dedos não são suficientes para contar as versões de parágrafos e seções. E padawan (iniciante) que sou, tudo foi dificuldade: como mencionar as referências no corpo do texto, que nome colocar nos títulos das seções, etc.
Mas saiu. Com a ajuda da Fabiana, que corrigiu todas as versões e é co-autora do artigo, com toda a justiça. E da Regina, cujo "bom dia" para mim era: "e aí, e o artigo?". Da Mari, amiga para todas as horas. De Dona Luiza e Seu Francisco, que gostaram da minha presença lá na casa deles durante toda a Semana Santa, mesmo eu tendo ficado mais tempo no notebook do que conversando. De André e Gustavo, que deram apoio logístico com transporte de livros, roupas e frutas. Da Bibi e do Jhonny, que salvaram uma noite de produção, quando Lady Murphy resolveu cortar a energia do prédio inteiro por mais de 24 horas. Da Israela, Mônica e Rosana, que entenderam as ausências e sempre dão força. E do Will, que me ouviu falar por longos minutos sobre as dúvidas, incertezas e frustrações que envolvem toda e qualquer produção acadêmica.
O artigo foi aceito. Vou apresentar no dia 07/06. Um pequeno passo para quem é, sei lá, doutor. Mas pra mim, aspirante a mestra, é um passo enorme.
Impossível não soltar um grito (moderado, claro...rss) ao ver meu nome na lista de submissões aceitas. Impossível não ficar feliz com o resultado. A gente se planeja, se prepara, batalha...mas isto não tira o gostinho de conseguir: ao contrário - é um indicativo de que todo o nosso trabalho deu certo.
Agora é ensaiar para falar. E tentar falar mais devagar.
E, claro: pesquisar mais!!! =)
sexta-feira, 2 de maio de 2014
A primeira submissão a gente nunca esquece
Na última Semana Santa, fiz um programa diferente: não tinha Lolla Palooza, não visitei a família no interior, e também não fui para todas as celebrações. Estava escrevendo um artigo.
Missão cumprida: consegui submeter para o Congresso Brasileiro de Administração e (de quebra), para o Congresso Nacional de Excelência em Gestão. Se os trabalhos serão aceitos é outra história, cujo final completo só saberei em junho.
Enquanto isso, vamos para o segundo artigo: desta vez, sobre micro e pequenas empresas. Eu, que sempre adorei BI, Data Warehouse e afins, estou me descobrindo encantada por empreendedorismo e gestão de MPEs. Estou deixando a pesquisa me levar: vamos ver onde vou chegar.
Mãos à obra! Desta vez, o prazo é dia 09/05!
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Gosta de montanha-russa? emoções fortes? faça pesquisa!
Mal comecei a incluir a pesquisa no meu dia-a-dia, e já sinto os altos e baixos, as fortes emoções, a tensão...
Eu já havia passado por isso durante a elaboração dos TCCs da graduação e da especialização, mas sabe como é: não me lembrava dos detalhes.
Não lembrava o êxtase que nos envolve quando finalmente encontramos aquela referência que conecta e embasa todas as ideias dispersas. E, especialmente, não lembrava o quanto é frustrante colocar todas as combinações de termos possíveis no Google Scholar, e simplesmente não receber um único resultado relevante.
A parte boa é que depois de uma noite de sono (curta) e algumas conversas produtivas, o ânimo reapareceu e as peças do quebra-cabeça começam a fazer sentido. É neste ponto que estou agora: vendo se tudo aquilo que pensei/li/analisei realmente tem conexão. E se vou dar conta de explicitar tudo num artigo até dia 25/04.
domingo, 6 de abril de 2014
Dica de ouro - periódicos, eventos e prazos
Sabe quando você lê, lê de novo e lê mais uma vez uma informação, mas não consegue enxergar o impacto daquilo na sua vida?
Explico: nas andanças pelos textos do mundo acadêmico me deparei várias vezes com os comentários sobre a demora na avaliação de artigos submetidos a periódicos - um pesquisador por esperar meses, até anos, para ter a resposta sobre o material que enviou.
Informação compreendida, certo? No meu caso, não.
O que eu estava fazendo? Lendo sobre os requisitos de submissão para periódicos. Foi quando a profª Fabiana Ferreira me abriu os olhos - se quero pontuar na seleção de mestrado no final do ano, posso dar adeus a eles! Simplesmente não vai dar tempo. O foco deve ser a publicação em eventos.
Tão óbvio, não?
Em tempo: aceitei o desafio de produzir algo para um evento cuja submissão encerra em exatamente 20 dias (Congresso Brasileiro de Administração). Estou condensando as leituras e reflexões que venho fazendo desde o começo do ano, e acho que vai valer a pena. Mesmo que o artigo não seja aceito, ficam o aprendizado e o exercício da escrita. Por esta razão, devo aparecer pouco por aqui =/
Explico: nas andanças pelos textos do mundo acadêmico me deparei várias vezes com os comentários sobre a demora na avaliação de artigos submetidos a periódicos - um pesquisador por esperar meses, até anos, para ter a resposta sobre o material que enviou.
Informação compreendida, certo? No meu caso, não.
O que eu estava fazendo? Lendo sobre os requisitos de submissão para periódicos. Foi quando a profª Fabiana Ferreira me abriu os olhos - se quero pontuar na seleção de mestrado no final do ano, posso dar adeus a eles! Simplesmente não vai dar tempo. O foco deve ser a publicação em eventos.
Tão óbvio, não?
Em tempo: aceitei o desafio de produzir algo para um evento cuja submissão encerra em exatamente 20 dias (Congresso Brasileiro de Administração). Estou condensando as leituras e reflexões que venho fazendo desde o começo do ano, e acho que vai valer a pena. Mesmo que o artigo não seja aceito, ficam o aprendizado e o exercício da escrita. Por esta razão, devo aparecer pouco por aqui =/
terça-feira, 1 de abril de 2014
ANPAD - Lições aprendidas (conclusão)
Por experiência própria, existem muitos estudantes bons que não sabem estudar. Por muito tempo, eu fui assim. Tenho facilidade para memorizar, então "decorava" o assunto e conseguia notas boas. Até que vieram o Ensino Médio e a faculdade para me sacudir e mostrar que a realidade é bem mais complicada.
A última dica que posso dar é que aprender a estudar é indispensável. Não só para o ANPAD. Se você está fazendo o teste é porque pretende passar, no mínimo, mais 2 anos na área acadêmica. A gente pode reclamar da extensão do conteúdo do ANPAD, mas já viu a carga de leitura de um doutorando?
Eu sei que é possível que você aposente os livros de Matemática e Lógica depois do teste, sem a menor intenção de olhar para eles novamente. A sua área de pesquisa pode ser absolutamente diferente de tudo o que você vai ter que estudar agora. Só que, em termos de hábitos, não há diferença entre estudar Equações de 2º Grau e ler o artigo do Pesquisador X. Tudo é estudar.
Mas aí você pode dizer que não tem muita motivação para estudar x porque o que você ama realmente é y. Certo, normal. Só que ao longo do curso de mestrado/doutorado você também vai estudar coisas que não ama. Por exemplo: no mestrado existe um conjunto de disciplinas obrigatórias que você vai pagar, amando ou não. Então, é melhor aprender a lidar com essas questões agora.
Por que não aproveitar este tempo para entender como você aprende? Você memoriza melhor quando ouve? Ou quando fala, fingindo que está explicando para alguém? Não sabe ficar sem rabiscar enquanto lê? Gosta de desenhar? Quanto tempo você consegue estudar sem parar? Rende mais de manhã, à tarde, de madrugada? Precisa revisar o assunto só uma vez por semana ou é melhor reler todo dia o que viu na noite anterior?
Este auto-conhecimento vai ser muito útil nos próximos passos da jornada. E se você já tem todas estas respostas, parabéns! A faca e o queijo estão na sua mão!
Dois links de brinde: o primeiro é um texto do Prof. Jacques Sauvé. Assisti uma palestra dele há uns 10 anos (meu Deus, como o tempo passa!) e quando comecei a pensar no mestrado, este foi um dos primeiros textos que encontrei. Lá está, em detalhes, o que se espera de um aluno de mestrado. Claro que esta é uma mensagem para os orientandos dele, mas achei as dicas e expectativas bem pertinentes.
O outro é um vídeo de meditação em 1 minuto só. A técnica é extremamente simples, e perfeita para momentos de estresse e cansaço pós-questões.
E assim encerro a série sobre as lições aprendidas no ANPAD. Se eu lembrar de mais alguma coisa relacionada ao teste, atualizo os posts. Espero que tenha sido útil!
Boa sorte a todos que vão fazer o teste! Acredite: é só uma prova. E você vai se dar bem.
Se meu plano de mestrado funcionar, daqui a 2 anos eu me encontro com ele de novo, para o doutorado! =)
Um agradecimento especial ao Profº Milton Araújo, do Instituto Integral, que divulgou a série do grupo do Facebook (e cujas apostilas foram essenciais!)
E outro agradecimento a todos os leitores que passaram por aqui nestes últimos dias. A série terminou, mas o blog não. Sendo otimista, ele só termina com a aprovação da dissertação. Continuo compartilhando o dia-a-dia da saga!
Perdeu o começo?
ANPAD - Lições aprendidas (introdução)
ANPAD - Lições aprendidas (parte I)
ANPAD - Lições aprendidas (parte II)
ANPAD - Lições aprendidas (parte III)
Edit 1: Não me encontrei com o ANPAD de novo, porque emendei o mestrado com o doutorado e aí pude aproveitar a nota que havia tirado antes =) ...e sim, concluí o mestrado em fev/2017...e agora estou numa missão mais longa: quero ser doutora!...kkkkkk....
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